A SupIA existe porque quem vende suplemento não é quem estuda suplemento. A gente lê os papers, calibra a evidência, e devolve em português — dizendo também o que não precisa tomar. Sem patrocínio, sem publi, sem achismo.
Cada recomendação carrega o nível de evidência (forte, moderada, preliminar, fraca, desaconselhada) e os estudos que sustentam essa classificação.
Dieta, genética e disponibilidade de produtos no Brasil entram na análise. Estudos nacionais ganham selo 🇧🇷 quando alteram a recomendação.
O marketing vende — a SupIA também desmonta. 15 verbetes são explicitamente contra o uso. Se a ciência diz que não funciona, a resposta é essa.
Em breve publicamos aqui: equipe de revisores, conflitos de interesse declarados, fontes de financiamento, critérios editoriais em versão completa, e imprensa. Até lá, as páginas de Ciência e Biblioteca já mostram a metodologia aplicada.